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Com flores, prefeito e primeira-dama de Batayporã prestam homenagem a mulheres 

Na manhã deste sábado (08), data em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o prefeito de Batayporã, Beto Sãovesso (PSDB), acompanhado da primeira-dama, Maria Pastora, e da psicóloga Thais Mariscal, Coordenadora de Políticas Públicas Para as Mulheres do município, foram às ruas da cidade entregar flores a todas as mulheres que circulavam pela região central de Batayporã.

A feira do produtor foi um dos locais escolhidos. Ali, o chefe do Executivo Municipal fez questão de conversar, abraçar e entregar uma flor a cada uma das mulheres que comercializavam seus produtos, sendo que, a maioria delas, vem da zona rural para vender os alimentos produzidos em suas propriedades. 

Prefeito e primeira-dama cumprimentaram moradoras pelo Dia Internacional da Mulher (Foto: Assessoria)

Para o gestor, a data é de suma importância para todos, pois, nas palavras dele, a mulher é um dos principais sustentáculos na formação da família e da comunidade. “No meu ponto de vista, todo dia é Dia da Mulher, mas esta data nos leva a refletir o quanto é importante a valorização e o respeito para com essas guerreiras que nos ajudam no dia a dia. Elas têm um papel fundamental no crescimento e no desenvolvimento de nossa cidade ”, lembrou.

Já Maria Pastora, fez questão de lembrar de todas as ex-primeiras-damas do município, que segundo ela, foram mulheres que, através de ações e gestos de amor, ficarão eternizadas na história do município. “Nosso desejo era poder abraçar a cada uma das mulheres residentes em nossa cidade, mas como isso não é possível, esperamos que essas companheiras que foram homenageadas propaguem essa mensagem de amor e esperanças a todas as mulheres de nossa comunidade”, disse ela.

De acordo com Thais Mariscal, a programação em homenagem às mulheres segue com várias ações até o próximo dia 21 de março, quando um evento, que será realizado na sede do Projeto Conviver, marcará o encerramento das atividades.

História do dia 8 de março

No dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, em um ato totalmente desumano. No ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857, mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela Organização das Nações Unidas (ONU).

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