Buscar

Com maior número em 2017, cerca de três crianças nasceram por dia em Nova Andradina

Número de crianças que vieram ao mundo foi maior no ano passado; nasceram 1.056 contra 788 de 2016

O número de crianças que vieram ao mundo foi maior em Nova Andradina no ano passado. Em 2017, nasceram 1.056 contra 788 de 2016. A média é de três nascimentos por dia.

Segundo os dados a que o Nova News teve acesso junto à Secretaria Municipal de Saúde, do total de nascimentos 788 equivalem a famílias que residem em Nova Andradina, enquanto os demais são de municípios da região.

Já em relação aos óbitos, os números somaram 256 em 2017. Destes, 240 eram residentes em Nova Andradina. Detalhadas por faixa etária, a maioria das mortes foi em pessoas com mais de 50 anos: 183. Até 1 ano, 5 crianças morreram, entre 1 e 4 ocorreram dois casos e entre 5 e 14 anos somaram 4.

Também fazendo parte da planilha, 42 pessoas entre 15 e 49 morreram no ano passado e outras quatro mortes com idades não informadas também foram registradas.

Na comparação com 2016, 203 óbitos foram registrados em Nova Andradina. Em 2015 o número foi de 214.

Cb image default
Do total de nascimentos, 788 equivalem a famílias que residem em Nova Andradina - Foto: Divulgação

Números no Brasil

O número de nascimentos registrados no Brasil caiu pela 1ª vez desde 2010, segundo as estatísticas do Registro Civil 2016 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento mostra que em 2015 também houve queda no número de casamentos, ao passo que o de divórcios aumentou.

Em 2016, foram registrados 2,79 milhões nascimentos no Brasil, o que representa uma queda 5,1%, ou 151 mil nascimentos a menos, na comparação com 2015.

Apesar do país já ter registrado queda no número de nascimentos em anos anteriores, o percentual de 2016 ficou bem acima. Em 2010, houve recuo de 0,2% em relação ao ano anterior. Em 2009, a queda foi de 1,3%. Em 2006 e 2007, foram verificadas retrações de 2,6% e 1,7%, respectivamente.

Trata-se da maior queda anual desde 1990 (-6,24%). O IBGE destaca, entretanto, o que o subregistro se manteve a taxas elevadas até a década de 90 (variando de 30% a 17%), só começando a cair significativamente a partir de 1991.

A região com maior queda nos nascimentos em 2016 foi o Centro-Oeste (-5,6%) e o Sul, com menor queda, de 3,8%. No Nordeste e no Sudeste, o recuo foi de 5,5%, e no Sul, de 3,8%. Os números nacionais de 2017 ainda não foram divulgados.

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.