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Especial Mulheres – Ela é esposa, mãe, dona de casa, catequista e mulher

Há 14 anos Kelly Cristina Bellini Freitas se dedica ao voluntariado no ensino religioso de crianças e adolescentes

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Kelly Cristina afirma que sua realização plena está e ser útil na formação religiosa de crianças e adolescentes - Imagem: Acácio Gomes / Nova News

Dando sequência à série especial de entrevistas em alusão ao Mês da Mulher, o Nova News conversou, na manhã desta quarta-feira (13), com Kelly Cristina Bellini Freitas, de 41 anos. A moradora de Nova Andradina é esposa, mãe, dona de casa e há 14 anos se dedica ao trabalho voluntário na Igreja Católica, como catequista.

Kelly é pedagoga de formação, mas afirma que nunca exerceu a profissão, optando por ser dona de casa e estar mais presente na vida dos filhos, Pedro Henrique, de 15; Giovana de 13 e Maria Clara, de 09 anos, e do esposo Adriano Henrique, 45 anos, que trabalha em uma empresa de beneficiamento de couros.

Ela diz que sente no trabalho voluntário sua realização como mulher. “Há 14 anos sou catequista e confesso que, no começo, quando recebi o convite tive medo por não me sentir capacitada, mas, aos poucos Deus vai nos dando os elementos necessários para fazer o trabalho e hoje me sinto realizada”, revela Kelly.

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Segundo ela, são mais de 06h30 por semana de tempo doado à catequese que é ministrada no Cepana - Imagem: Acácio Gomes / Nova News

A catequista conta que há um ano atua na coordenação da catequese que acontece no Centro Paroquial de Nova Andradina (Cepana), sendo responsável por outras 24 catequistas e por mais de 200 crianças e adolescentes.

“Como catequista, eu doava cerca de 3h30 do meu tempo por semana, mas agora, na coordenação, preciso me dedicar, pelo menos, 06h30 por semana, sem contar os momentos de formação, quando preciso sair da cidade, como foi o caso deste último final de semana, quando estive no sábado (09) e domingo (10) participando de um encontro em Naviraí. Também há as reuniões locais de formação”, explica.

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Kelly coordena, ao todo 24 catequistas. Aqui, ela aparace na companhia de algumas delas - Imagem: Acácio Gomes / Nova News

Apesar da correria, Kelly conta que se sente feliz por desempenhar o trabalho voluntário. “Para mim, Nossa Senhora é um exemplo de mulher e o ‘sim’ dela, em aceitar ser a mãe de Jesus, inspirou meu ‘sim’ em ser catequista. 

Como mulher, me sinto um pouquinho mãe de cada criança e adolescente que frequenta a catequese. Nem tudo são flores, mas a sensação de estar contribuindo com a igreja é maravilhosa”, pontua.

Nas palavras de Kelly, ser catequista contribui muito para sua vida familiar e espiritual. “Todos somos pecadores, mas quando desempenhamos um trabalho na igreja procuramos manter nossa espiritualidade mais acesa e isso acaba trazendo bons frutos”, diz ela, ao afirmar que as mulheres devem, cada vez mais, ocupar seu espaço na sociedade, também com relação ao voluntariado e às obras de cunho social.

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Ela afirma que sua vida pessoal e familiar tem se enriquecido espiritualmente devido à vida ativa na comunidade - Imagem: Arquivo Pessoal

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