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HR de Nova Andradina será ocupado pelo Estado, diz Azambuja

Diretor geral do hospital disse entender o termo ocupar como usar mais e descarta possibilidade do governo assumir a direção da entidade

Nesta segunda-feira (03), o governador eleito de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB) disse, em Campo Grande, durante reunião com o atual governador, André Puccinelli (PMDB), que o Estado vai dar prosseguimento e concluir as obras dos hospitais regionais das cidades de Dourados e Três Lagoas, bem como ‘ocupar’ os hospitais de Nova Andradina, Coxim e Ponta Porã. 

 

No caso da ‘Cidade Sorriso’, o Hospital Regional (HR) Francisco Dantas Maniçoba é operado, atualmente, pela Fundação de Saúde de Nova Andradina (Funsau-NA). Além de atendimentos como pediatria, maternidade, clínica cirúrgica e clínica médica, o pronto socorro do HR é o destino, especialmente, para vítimas de acidentes e pessoas que necessitam de atendimento emergencial. 

 

Imagem: Arquivo/Nova News

O Nova News manteve contato, nesta terça-feira (04), com o diretor geral do HR, Tito José, para saber sua opinião a respeito da citação do governador eleito, ao que ele respondeu que entende o termo ‘ocupar’, proferido por Azambuja, como ‘dar mais resolutividade’ ao hospital. “Penso que ocupar não seria no sentido de ‘assumir a direção’, mas sim no sentido de ‘usar mais’ e estrutura existente em Nova Andradina”, disse Tito. 

“Conforme foi dito na campanha eleitoral, Reinaldo Azambuja deve liberar mais recursos para que o HR de Nova Andradina tenha maior capacidade de absorver a demanda da região, evitando transferências de pacientes para outros centros como Dourados e Campo Grande, ou seja, até em casos mais complexos, as pessoas poderão ser tratadas sem a necessidade de sair de Nova Andradina”, explicou o diretor. 

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Ainda nas palavras de Tito José, é pouco provável que Funsau-NA, que opera o hospital, seja desativada para a criação de uma fundação estadual que teria a mesma finalidade. “Entendo que o governador eleito vai empenhar esforços e recursos para aperfeiçoar o atendimento e usar mais e estrutura que existe neste hospital, que já é, e cada vez mais, deverá se tornar referência na saúde de Mato Grosso do Sul”, pontuou Tito. 

 

O diretor geral do HR disse uma das metas da entidade é implantar a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) que, nas palavras dele, é essencial para que a unidade hospitalar possa ter ainda mais condições de salvar vidas, especialmente nos casos mais delicados, evitando longas viagens de pacientes em risco para Dourados, por exemplo. 

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