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IFMS prorroga inscrições para especialização em Nova Andradina

Com o novo cronograma, inscrições podem ser feitas até 15 janeiro e início das aulas será no primeiro semestre de 2022

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Imagem: Arquivo

O Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) prorrogou até 15 de janeiro as inscrições no processo seletivo para a especialização em Educação para as Relações Étnico-Raciais, ofertada pelo Campus Nova Andradina. O curso será oferecido presencialmente a partir do primeiro semestre de 2022.

A retificação do cronograma está publicada na Central de Seleção, onde também está disponível o edital de abertura do processo seletivo. São ofertadas 40 vagas a portadores de diploma de ensino superior.

Os interessados devem se inscrever na Página do Candidato da Central de Seleção.

Depois de preencher o formulário de inscrição, é preciso anexar a cópia do diploma de graduação em PDF (frente e verso) e o arquivo formato XML do Currículo Lattes, onde devem constar publicações em artigos em revista, livros, capítulo de livros, trabalhos completos e resumos em anais de eventos científicos.

Seleção - Será feita em duas etapas: análise curricular, com base nos itens de avaliação e pesos estabelecidos na Tabela de Pontuação (Anexo I), e entrevista. A previsão é que o resultado da análise dos currículos seja divulgado em 9 de fevereiro e a convocação para as entrevistas no dia 15.

Os 60 primeiros classificados serão convocados para entrevistas online, que serão realizadas entre os dias 16 e 22 de fevereiro. Serão considerados critérios como experiência e conhecimentos acerca do tema do curso, bem como as motivações e o interesse de pesquisa em relação à área.

Com as alterações no cronograma, o resultado preliminar será divulgado no dia 23 de fevereiro e o final, com a lista de espera, no dia 4 de março.

Especialização - Esta é a primeira vez que a pós-graduação em Educação para as Relações Étnico-Raciais é ofertada no Instituto Federal.

As aulas serão ministradas quinzenalmente, aos sábados, com encontros presenciais, e possibilidade da oferta de algumas disciplinas a distância.

A especialização será desenvolvida em regime modular, com carga horária de 360 horas, acrescidas de 60 horas para a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Os módulos estão divididos da seguinte maneira:

Metodologia e Técnicas de Pesquisa I;

História e Cultura Africana e Afro-brasileira;

Reeducação étnico-racial no contexto brasileiro;

Teorias da Cultura;

História e Resistência Indígena no Brasil;

Seminários de Pesquisa;

Ambientação e Metodologia em EaD;

Políticas Públicas voltadas às relações étnico-raciais;

Teorias Raciológicas e o Racismo estrutural no Brasil; e

Metodologias e Técnicas de Pesquisa II.

Mais informações estão disponíveis na página do curso.

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