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Já são mais de 30 mil consumidores integrando o movimento contra a Energisa

Assinaturas estão sendo coletadas através da página @energiacaranao no Facebook

Foto: Arquivo

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Já passou de 30 mil o número de consumidores de energia elétrica de Mato Grosso do Sul, que integram o abaixo assinado contra a Energisa, promovido pelo movimento “Energia cara, não”, idealizado por Venício Leite, um usuário de energia elétrica em Campo Grande.

Ocupando a tribuna da Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (14), o líder do movimento levou números e pediu o empenho dos parlamentares para impedir que milhares de famílias da Capital e de todo interior do Estado, sejam lesados pela Energisa.

“Diariamente nos chegam denúncias de todos os cantos do Estado. São milhares de famílias que imploram por ajuda porque estão sendo extorquidas com essas contas absurdas que subiram de um mês para o outro em mais de 100, 200, 500% e em muitos casos, até mais”, afirmou Venício Leite.

Venício Leite afirmou que de janeiro a dezembro de 2018, houve reajuste de 49% na tarifa de luz. O valor autorizado pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) era pouco mais de 10%. “Não há explicação para tudo isso de aumento. Queremos também que os novos medidores de luz sejam aferidos, pois está havendo diferença na leitura, se compararmos aos relógios antigos”, alegou. Ele ainda ressaltou que haverá pedido de verificação da parte tributária cobrada nas contas de energia.

Cerca de 70 municípios de Mato Grosso do Sul já aderiram ao abaixo-assinado. As assinaturas continuam sendo coletadas em pontos estratégicos de Campo Grande e em várias cidades no interior do Estado e podem ser feitas também online pela página do Facebook: @energiacaranao.

O abaixo assinado, relativo a todas as sucursais da Energisa (de Campo Grande e demais municípios de Mato Grosso do Sul), solicita à Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), que é responsável pela fiscalização das ações da empresa de energia, auditoria e suspensão das cobranças além da garantia da manutenção do fornecimento de energia elétrica enquanto não houver resolução das cobranças e tarifas aplicadas junto aos consumidores de Mato Grosso do Sul.

Toda a documentação sobre o assunto, inclusive os abaixo assinados, segundo Venício Leite, será levada pessoalmente por ele, com o respaldo de parlamentares da bancada do Estado, ao presidente da ANEEL, André Pepitone da Nobrega, no final do mês. (*Com assessoria)

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