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Juiz Odilon diz que se sente preparado para governar MS e não quer “coroa” se for eleito

Pré-candidato afirmou que não há nenhuma possibilidade de aliança com o ex-governador André Puccinelli

Apontado como um dos nomes favoritos para ocupar o principal cargo político do Estado, o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira foi o centro das atenções em Nova Andradina, nesta sexta-feira (27), ao cumprir uma extensa agenda se apresentando como pré-candidato do PDT (Partido Democrático Trabalhista) ao governo.

Entre lideranças, correligionários e postulantes que buscam uma vaga na corrida eleitoral de outubro, o juiz foi aclamado em um encontro que aconteceu nas dependências do Sindicato Rural. Pedetistas do diretório municipal como o ex-prefeito Milton Sena e os vereadores Airton Castro e Quemuel de Alencar fizeram parte da recepção que teve a presença ainda do deputado federal Dagoberto Nogueira, além de outros nomes.

De fala calma e convicto da pretensão de concorrer à cadeira do Executivo sul-matogrossense, Odilon discursou aos presentes dando ênfase à carreira de mais de 30 anos na magistratura do país. Com o legado que carrega, o juiz detalhou à reportagem do Nova News que está preparado para governar o Estado mesmo diante da falta de credibilidade que o Brasil atravessa.

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Juiz não hesitou em afirmar que se sente confiante em uma vitória no primeiro turno - Fotos: Luciene Carvalho/Nova News

“Eu me sinto completamente preparado para tal desafio ao passar a minha vida inteira treinando para assumir qualquer cargo político ou não. Mesmo diante de uma crise, administrar não tem segredo. Basta haver honestidade, disposição e habilidade. Não quero “coroa” se for eleito o novo govenador do Estado, quero apenas continuar trabalhando defendendo os anseios do povo”, afirma o juiz.

Questionado sobre a afirmação que fez ao lançar sua pré-candidatura, Odilon salientou que a escolha do PDT se deu pelo fato do partido não estar envolvido em escândalos de corrupção país fora. “Como é de conhecimento de todos, os grandes partidos em termos numéricos estão com problemas na justiça. Escolhi o PDT por ser um partido limpo”.

Já em relação a uma eventual aliança com o ex-governador André Puccinelli, o juiz foi enfático ao afirmar que não há nenhuma possibilidade de articulação. “Somos detentores de perfis completamente opostos e só aceitaria os votos de seu partido e nada mais. Uma aliança está totalmente descartada”, enfatiza.

Ao fim da entrevista, o pré-candidato disse que se sente confiante em uma vitória no primeiro turno e agradeceu a receptividade ao cumprir agenda em Nova Andradina e em municípios da macrorregião do Vale do Ivinhema. “Pelos números que as pesquisas indicam, existe a possibilidade de sairmos vitoriosos sem necessidade de um segundo turno. A acolhida pelos lugares onde passo, com os meus apoiadores, nos dá essa convicção que estamos no caminho certo”, expôs o juiz ao informar que voltará à região antes das eleições para reforçar a campanha rumo ao posto maior do Governo do Estado.

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