Publicado em 03/03/2017 às 07:22, Atualizado em 26/04/2017 às 18:40

Nova Andradina - Com primeiro caso de chikungunya confirmado, Saúde dá início à mutirão contra a dengue

, Cogecom/PMNA

Na tarde desta quarta-feira (01) a Secretaria de Saúde de Nova Andradina iniciou o mutirão contra a dengue. O secretário Norberto Fabri deu as boas-vindas aos funcionários que foram contratados através da seletiva realizada no mês de janeiro e também apresentou algumas coordenadas para que o trabalho seja desenvolvido corretamente.

Acompanhados do diretor da Vigilância Sanitária, Lúcio Roberto Tolentino e da coordenadora de Controle de Vetores, Joelma Correa, os agentes passarão pelas residências informando os populares sobre o perigo que o mosquito aedes aegypti apresenta e recolhendo qualquer resíduo que possa acumular água.

De acordo com o secretário, a cidade possui 16 casos de dengue e o primeiro caso de chikungunya confirmado, o que gera preocupação para a área da saúde.

Mutirão foi iniciado na tarde desta quarta-feira (01) pela Secretaria Municipal de Saúde (Imagem: João Cláudio/Cogecom)

“É importante começarmos esse mutirão que será realizado durante seis meses, com toda nossa equipe, com o caminhão para recolher qualquer depósito que possa acumular água e fazer com que a população tenha consciência do perigo que o acúmulo de água em recipientes nos causa”, disse Norberto.

Norberto também destacou a importância de manter os terrenos baldios limpos. “Eu sempre digo que terreno baldio não gera lixo, mas as pessoas que moram próximo que jogam esses lixos no terreno, então não adianta culpar a prefeitura por algo que são eles quem fazem. Recolham os lixos, deixem na frente da casa e assim o pessoal dos Serviços Públicos passam e recolhem, não precisa jogar nos terrenos”, declarou.

Diante dos fatos, o secretário de Saúde afirmou que os casos de dengue podem aumentar, porém, se a população participar e cada um fizer a sua parte, isso pode ser evitado.

“Nós vamos estar realizando um trabalho com os agentes comunitários e agentes de endemia, mas precisamos muito mais da participação da população. É necessário que observem se a caixa d’água está fechada corretamente, que lavem bem os recipientes dos animais de estimação, que tomem muito cuidado porque além do trabalho dos agentes, precisamos também da colaboração das pessoas”, finalizou.