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Nova Andradina registra saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada em 2020

No período ocorreram 5.460 contratações e 4.877 demissões, o que resultou no saldo de +583 postos formais de trabalho

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Imagem: Acácio Gomes / Arquivo

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, divulgados nesta quinta-feira (28), mostram que Nova Andradina, apesar da crise causada pela pandemia de covid-19, registrou saldo positivo na geração de empregos formais durante o ano de 2020.

Segundo o Caged, no período ocorreram 5.460 contratações e 4.877 demissões, o que resultou no saldo de +583 empregos com carteira assinada entre janeiro de dezembro do ano passado.

Os meses de 2020 que contribuíram para o resultado positivo na geração de empregos foram janeiro (+267), fevereiro (+98), março (+47), junho (+196), agosto (+35), setembro (+272), outubro (+221) e novembro (+118).

Já os meses que a geração de empregos ficou no vermelho no ano passado em Nova Andradina foram abril (-109), maio (-137), julho (-74) e dezembro (-351).

O cenário positivo registrado na geração de postos formais de trabalho em Nova Andradina ao longo de 2020 é resultado do desempenho de todos os segmentos da economia, uma vez que, no acumulado do ano passado, nenhum deles teve resultado negativo.

Conforme apurado pelo Nova News, o ranking dos saldos de geração de empregos entre os segmentos no município ficou da seguinte forma: Serviços (+188), Comércio (+166), Agropecuária (+113), Indústria (+75) e Construção (+41).

Região

Em 2020, os municípios da região que registraram saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada foram Bataguassu (+622), Angélica (+279), Ivinhema (+89), Novo Horizonte do Sul (+48), Batayporã (+46) e Taquarussu (+06). A única cidade que ficou no vermelho no ano passado foi Anaurilândia (-02).

Mato Grosso do Sul*

Mato Grosso do Sul encerrou o ano de 2020 com a criação de 14.173 vagas de trabalho com carteira assinada. O saldo é resultado de 213.034 contratações e 198.861 demissões.

Entre os 27 estados brasileiros, Mato Grosso do Sul foi o nono que mais contratou no ano passado, ficando somente atrás de Santa Catarina (53.050), Paraná (52.670), Pará (32.789), Minas Gerais (32.717), Goiás (26.258), Mato Grosso (21.970), Maranhão (19.753) e Ceará (18.546).

No acumulado de 2020, o Estado fechou nove meses no azul e três meses no vermelho, mesmo na pandemia de coronavírus, que desacelerou as atividades econômicas no Brasil. MS mais demitiu do que contratou nos meses iniciais da crise de saúde, abril (-6.992) e maio (-1.992), e em dezembro (-1.933).

No último mês de 2020, Mato Grosso do Sul abriu 14.970 postos de emprego com carteira assinada e fechou outros 16.903, resultando no saldo negativo de 1.933 vagas de trabalho extintas.

Com exceção do comércio, que contratou 556 trabalhadores em dezembro, os setores da economia mais demitiram do que admitiram. A agricultura fechou o mês com a demissão de 964 pessoas. O setor foi seguido pela indústria, que fechou 718 vagas, construção civil (-649) e serviços (-158).

Brasil**

O Brasil fechou o ano de 2020 com a geração de 142.690 postos de trabalho. De acordo com dados do Caged, de janeiro a dezembro do ano passado, foram 15.166.221 admissões e de 15.023.531 desligamentos.

O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, chegou a 38.952.313 vínculos, o que representa uma variação de 0,37% em relação ao estoque de referência, de 1º de janeiro de 2020. (Com informações do Governo de MS* e da Agência Brasil**).

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