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Senai de Nova Andradina recebe palestra sobre câncer de próstata

Imagem: Aguiar Carvalho

Na noite da última sexta-feira (28), os alunos que frequentam cursos oferecidos pela unidade de Nova Andradina do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), receberam uma palestra sobre câncer de próstata. O evento foi realizado no contexto da campanha “Novembro Azul”, que tem como objetivo conscientizar a população sobre a doença.

A palestra, que abordou os principais tópicos sobre prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer que atinge os homens, foi ministrada pelo médico urologista Sandro Hoici, que, por meio de imagens apresentadas através de slides e explicações procurou conscientizar os participantes sobre a importância do tema.

Segundo os participantes, iniciativas como estas são de fundamental importância para levar conhecimento e despertar mais interesse pela manutenção da saúde. “Às vezes ficamos acomodados, achando que está tudo bem, mas diante de uma palestra como essa, a gente percebe a importância de fazer os exames que podem salvar vidas”, disse um dos alunos.

Imagem: Aguiar Carvalho

A doença*

A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgãomuito pequeno, tem a forma de maçã e se situa logo abaixo da bexiga e à frente do reto. A próstata envolve a porção inicial da uretra, tubo pelo qual a urina armazenada na bexiga é eliminada. A próstata produz parte do sêmen, líquido espesso que contém os espermatozoides, liberado durante o ato sexual.

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma). Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total de cânceres. Sua taxa de incidência é cerca de seis vezes maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento.

Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. O aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos (exames), pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida.

Alguns desses tumores podem crescer de forma rápida, espalhando-se para outros órgãos e podendo levar à morte. A grande maioria, porém, cresce de forma tão lenta (leva cerca de 15 anos para atingir 1 cm³ ) que não chega a dar sinais durante a vida e nem a ameaçar a saúde do homem. (*As informações são do INCA).

Imagem: Divulgação

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