Sábado, 14 de Dezembro de 2019
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TJ-MS: Ação “Empenhadas pela Educação” chega à Comarca de Nova Andradina

Proposta visa interiorizar as ações da Coordenadoria da Mulher

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Imagem: Reprodução / TJ-MS

Segundo publicação do portal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS), a ação “Empenhadas pela Educação”, realizada pela instituição, por meio de sua Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, chegou à comarca de Nova Andradina.

A proposta visa interiorizar as ações da Coordenadoria, sendo que, após a capacitação de professores da rede pública da cidade, os profissionais colocaram em prática os programas “Mulheres Inspiradoras” e “Maria Faz a Diferença na Escola”.

Os professores receberam kits com obras como “Eu sou Malala”; “Não vou mais lavar pratos”; “Ponciá Vicencio”; “O Diário de Anne Frank”, entre outras. Com isto, os alunos da rede pública devem fazer atividades de leitura de obras relacionadas à temática da mulher, além de produzirem textos e outros trabalhos acadêmicos.

Os dois programas, que fazem parte da ação “Empenhadas pela Educação”, debatem o papel da mulher na sociedade e buscam fomentar a cultura da paz nas crianças e adolescentes.

Saiba mais

O projeto “Mulheres Inspiradoras” foi criado em 2014, no Distrito Federal, para estimular a leitura e escrita autoral, além do fortalecimento da interpretação de textos entre estudantes dos últimos anos da educação básica.

A proposta consiste em trabalhar com os alunos obras escritas por mulheres e que abordam temas como violência, racismo, empoderamento, diversidade, igualdade de gênero e representação feminina.

Após a leitura das obras literárias, os alunos decidem quem é a mulher inspiradora de sua vida. Pode ser a mãe, uma avó ou outra pessoa que os inspirem. A partir de entrevistas feitas com essa mulher, os alunos construirão textos e discutirão a importância do feminino em história.

O projeto “Mulheres Inspiradoras” não é apenas um programa inovador, premiado nacional e internacionalmente, mas é a primeira proposta aplicada em sala de aula e, posteriormente, incorporada pela Educação do Distrito Federal.

A ideia tornou-se política pública em abril desse ano. A meta é permitir que, com o tempo, o trabalho alcance um número cada vez maior de instituições de ensino públicas. (*As informações são do TJ-MS).

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