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Zona azul: Prefeito afirma que contrato com a Serrana está em vias de ser rompido

Impasse agora tem as suas atenções voltadas à extinção do atual contrato e o processo de licitação para nova empresa dar continuidade ao serviço

Amigável ou judicialmente, o prefeito Gilberto Garcia (PR) afirmou ao Nova News nesta quinta-feira (10) que o contrato com a Serrana Mobilidade, empresa que gere a ‘zona azul’ em Nova Andradina, está em vias de ser rompido.

Conforme detalhou à reportagem, o chefe do Executivo expôs que esgotaram todos os recursos de negociação com a empresa que não quer se adequar às exigências de mudar a forma de pagamento do estacionamento rotativo.

Ganhando mais um capítulo, o impasse agora tem as suas atenções voltadas à extinção do atual contrato e posteriormente para o processo de licitação que deverá ser aberto para a continuidade da ‘zona azul’ no município. As informações a que o Nova News teve acesso apontam que já existe uma empresa interessada em assumir o serviço e disposta a efetivar a cobrança de tempo por minuto.

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Serrana afirmou que não se vai adequar às exigências de mudar a forma de pagamento do estacionamento rotativo - Foto: Luciene Carvalho/Arquivo Nova News

“De fato existe uma empresa interessada, no entanto, é necessário realizar um processo licitatório que indique qual irá se ater à proposta que o município preconiza. Em vias de regra, a população vai pagar apenas pelo tempo que utilizar o estacionamento rotativo. Do jeito que está não pode continuar, trata-se de um não cumprimento ao que prevê o Código do Consumidor”, menciona Garcia.

Segundo o prefeito, a empresa Serrana enviou ao Executivo a proposta com valores contratuais que já foi rebatida como uma contraproposta nessa quarta-feira (9) para seguir com os trâmites finais da extinção do contrato. “A Serrana já se manifestou e disse que não é possível mudar a forma de cobrança sem aumentar os alterar os valores hoje cobrados. Agora nos restar aguardar o tempo hábil necessário para tudo se resolver em que eu acredito que não deverá passar de no máximo 30 dias”.

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