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Sam Alves, vencedor do The Voice, quer ser o Justin Timberlake do Brasil

Cantor festeja as mudanças em sua vida após o programa, diz que está amando o assédio e que está solteiro. Mas avisa: Não sou namorador.

Sam Alves posa com um dos cartões-postais do Rio ao fundo (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)

Tímido, romântico e sorridente, Sam Alves, de 24 anos, conquistou o Brasil com a participação no The Voice Brasil. Vencer o programa foi mais que um desafio para o cantor, que havia acabado de ser rejeitado no The Voice dos EUA. Graças ao apoio de amigos, fãs e da mãe de criação, Raquel Alves, Sam não desistiu da carreira na música e decidiu tentar mais uma vez na versão brasileira do programa.

Daqui pra frente o cearense quer encarar novos desafios. Ele entra em turnê pelo Brasil no fim do mês com os outros finalistas do programa e já está trabalhando em seu CD, com previsão de lançamento para o fim de março. Mas ele quer mais: Meu sonho é fazer aqui no Brasil, cantando em português, o meu estilo pop, como o Justin Timberlake. No Brasil não tem muita música pop neste estilo, as pessoas escutam o que vem de fora e esse é o meu desafio: é fazer o que quero ser daqui pra frente.

A história de vida do jovem também chama atenção. Ele foi abandonado pela família biológica logo após o nascimento e foi encontrado pelos pais adotivos, Raquel e Luiz, dentro de uma caixa de papel na porta da casa onde moravam, em Fortaleza. Solteiro, ele não descarta a ideia de adotar um filho no futuro: "Adotaria um filho, sim. Até porque é uma causa que está no meu coração, por eu ter sido adotado também, mas por enquanto não tenho planos.

Adotaria um filho, sim. Até porque é uma causa que está no meu coração, por eu ter sido adotado também"
Sam Alves

Sam ainda está se acostumando com a ideia de ser uma pessoa pública, mas admite que adora o assédio: Eu estou amando ser abordado nas ruas. As pessoas tirando foto, me abraçando, pedindo autógrafo. A gente acaba fazendo parte da vida do público, toda semana participando do programa, então quando eles me veem na rua, falam comigo como se já me conhecessem há muito tempo.

O cantor deixou Boston, onde morava e estudava medicina na Universidade de Massachusetts, no impulso. Ele estava no terceiro ano e queria ser cirurgião plástico, mas a vida lhe reservou outro caminho.Após minha participação na versão americana do programa, recebi muitas mensagens de fãs, amigos, todos me apoiando e dizendo para não desistir. Fiquei com isso na cabeça e minha mãe falou: Tenta, entra no site, se inscreve. Aí eu decidi tentar de novo. Um mês depois, ele recebeu a ligação para participar das audições às cegas no Brasil.

O cearense conta que a música entrou na sua vida através da família: Eu cresci com a música. Minhas tias eram músicas e minha mãe cantora, então a música sempre foi um hobby para mim desde os 14 anos. Comecei cantando na igreja, mas nunca imaginei a música como carreira. Era algo surreal, um sonho. Aí comecei a fazer faculdade, e nos Estados Unidos você pode fazer um curso paralelo ao outro, então fazia medicina e música.  Foi com o estímulo tive da minha  professora de canto que comecei a pensar na carreira. Ela falava que eu tinha que investir mais na música, pois eu tinha algo especial.Sobre Cláudia Leitte, sua técnica no programa, Sam também é só elogios: Tenho certeza de que ela foi a melhor escolha que fiz. Eu já entrei no programa com ela em mente. Ela foi além de técnica, ela se abria demais com a gente, queria entender como a gente se via como artista e em tudo, queria saber da nossa história também. Ela foi amiga, carinhosa, foi além de técnica, foi uma mãezona.O cearense conta que a música entrou na sua vida através da família: Eu cresci com a música. Minhas tias eram músicas e minha mãe cantora, então a música sempre foi um hobby para mim desde os 14 anos. Comecei cantando na igreja, mas nunca imaginei a música como carreira. Era algo surreal, um sonho. Aí comecei a fazer faculdade, e nos Estados Unidos você pode fazer um curso paralelo ao outro, então fazia medicina e música.  Foi com o estímulo tive da minha  professora de canto que comecei a pensar na carreira. Ela falava que eu tinha que investir mais na música, pois eu tinha algo especial.Sobre Cláudia Leitte, sua técnica no programa, Sam também é só elogios: Tenho certeza de que ela foi a melhor escolha que fiz. Eu já entrei no programa com ela em mente. Ela foi além de técnica, ela se abria demais com a gente, queria entender como a gente se via como artista e em tudo, queria saber da nossa história também. Ela foi amiga, carinhosa, foi além de técnica, foi uma mãezona

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