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Banhistas devem ficar atentos à sinalização para evitar afogamentos

Durante as férias de verão, os casos de afogamento aumentam no Brasil, já que mais pessoas buscam diversão em piscinas, rios, cachoeiras e mar.

Segundo a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), 44% dos casos em um ano ocorrem apenas entre novembro e fevereiro, principalmente no litoral. Entre crianças de um a nove anos de idade, o afogamento é a segunda maior causa de óbito no País.

O diretor e médico da instituição, David Szpilman, destaca que os casos de morte são mais comuns nos interiores do País. “Por falta de supervisão, de placas de sinalização, de preparo, de segurança, as mortes são mais comuns em rios, lagos e represas”, avaliou, ressaltando a necessidade de que orientações e precauções sejam respeitadas.

Os bombeiros alertam também para o perigo de pular na água para salvar alguém em perigo de afogamento. Segundo Szpilman, “em geral, quem tenta ajudar acaba se afogando”.

De acordo com o médico, o melhor a fazer quando se percebe alguém em risco é ligar para o 193, número do Corpo de Bombeiros, e tentar jogar na água algo flutuante, para que a vítima se agarre até o socorro chegar.

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