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Jovem  que  se  diz  filha  de  Michael Jackson está no aeroporto da Capital há cinco dias

Sage afirma que a mãe é Joanelle Romero, da Indonésia e o pai Michael Jackson (Foto: Minamar Junior)

Uma jovem de 26 anos, que se identifica como Sage Galesi Romero Jackson, de 26 anos (não porta documentos para confirmar), está no Aeroporto Internacional de Campo Grande há cinco dias (foi vista pela primeira vez no local no domingo à noite). O objetivo é conseguir uma passagem para ir para a Califórnia reencontrar os irmãos e avós Catherine e Joseph Jackson, que não vê há mais de 15 anos.

Sage afirma que a mãe é Joanelle Romero, da Indonésia e o pai Michael Jackson. Ela não sabe explicar como os pais teriam se conhecido sabe apenas que teria sido levada para ser criada pelo pai na Califórnia, Estados Unidos. Diz também que foi batizada por Bob Marley e Whitney Huston.

Seguindo o relato, ela diz que quando tinha 8 anos, estava com Michel Jackson na África na gravação de um clip,quando teria sido sequestrada e levada para o Brasil, onde viveu no Rio de Janeiro. Ela disse também que os sequestradores tinham o interesse em pedir resgate para seu pai, mas afirma não saber se foi mantido algum contato.

Quando estava no Rio teria sido novamente sequestrada e levada para a Bolívia,mas que conseguiu fugir e viveu uns tempos em aldeias indígenas do Brasil.

Com o passar do tempo teria vagado por vários Estados. Como documento “oficial”, apresentado é um registro do setor de migração da Bolívia, relatando que ela foi levada até o setor, contando a mesma história.

Da Bolívia, ela teria vindo de carona até Campo Grande indo direto para o aeroporto, onde espera encontrar uma solução para seu problema.

Bem articulada, a jovem diz que seus documentos foram extraviados pelas autoridades bolivianas e que também teria direito a uma herança de R$ 50 milhões, deixada pelo pai Michael,mas que também teria perdido por conta de golpe de bancos da Bolívia.

No aeroporto, funcionários das lojas afirmam que ela não causa qualquer problema. “No começo ela gastava com dinheiro que a gente via que tinha. Depois vimos que ela começou a pedir, mas sempre com discrição, sem perturbar ninguém”, afirmou a funcionária da lanchonete.

Servidores da Infraero disseram que como não houve nenhuma reclamação quanto ao comportamento da jovem e o espaço é público, ela pode permanecer no saguão de embarque.

Assistentes sociais já tentaram fazer o encaminhamento dela para um abrigo, mas ela se recusa. “Não quero ir para abrigo nenhum. Quero mesmo é ir para a Califórnia e rever meus familiares”, afirma.

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