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Mulheres, negros e indígenas terão cotas em edital para produção cinematográfica

A CGFSA aprovou alterações no edital de Concurso Produção para Cinema 2018. Ao menos 35% dos valores investidos nos projetos selecionados deverão ser dirigidos por mulheres ou mulheres transexuais/travestis e pelo menos 10% desses valores serão reservados a diretores(as) negros(as) (pretos e pardos) e indígenas.

"Esse é um primeiro passo para se pensar medidas de ampliação da representatividade de mulheres, negros e indígenas no mercado audiovisual brasileiro", comentou o diretor-presidente da Ancine, Christian de Castro.

A decisão foi tomada após o grupo ter acesso às demandas de entidades e associações do setor audiovisual e ao diagnóstico feito pela Agência Nacional do Cinema (Ancine) sobre gênero e raça no setor audiovisual brasileiro.

Lançado em 19 de março, o concurso destina R$ 100 milhões a projetos de longas-metragens independentes de ficção, documentário ou animação.

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