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Novo Ensino Médio moderniza sistema educacional

Nesta quarta-feira (24), presidência da República enviou ao Senado pedido de autorização para empréstimo de US$ 250 milhões do Banco Mundial para implementar o projeto em todo o País. Recurso estimado pelo Ministério da Educação cobrirá ações a serem realizadas ao longo dos próximos cinco anos

Inovação

O novo modelo do Ensino Médio vai modernizar a educação no País. A discussão sobre as mudanças já ocorriam há 20 anos. Isso porque, com as alterações, o jovem se torna protagonista do próprio aprendizado.

Modelo flexível

Na nova configuração, o ensino passa a ser diversificado, uma vez que o currículo, apesar de seguir a Base Comum Curricular, será definido pelas secretarias de educação para que seja mais adequado e atrativo aos estudantes. O currículo passa a ser dividido em dois, com disciplinas fixas e optativas.

Capacitação

O projeto prevê ainda a formação profissional dos estudantes, que já concluem o ensino médio aptos a exercer uma profissão. Essa qualificação técnica vai ocorrer no período normal, sem a necessidade de que o aluno esteja no ensino integral.

Ampliação gradual da carga horária

A carga horária mínima anual, de 800 horas, será gradualmente ampliada para 1,4 mil horas. O Plano Nacional de Educação (PNE) prevê para 2024 até 50% das escolas atendidas pelo ensino integral e 25% das matrículas no Ensino Fundamental dentro do mesmo modelo.

Adesão

Para aderir ao programa, as secretarias de educação dos Estados e do Distrito Federal devem apresentar um plano de implementação ao MEC. Entre os itens que serão avaliados pela pasta está o número mínimo de 60 matrículas em tempo integral por ano escolar e carga horária de nove horas diárias.

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