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Numesp qualifica professores para Educação Inclusiva

Núcleo capacita e orienta professores e auxiliares de alunos com Síndrome de Down inclusos no ensino

Objetivo da capacitação é garantir a qualidade da educação oferecida aos alunos com Síndrome de Down que frequentam as escolas municipais (Foto: Thiago Odeque/PMNA)

Com o objetivo de garantir a qualidade da educação oferecida aos alunos com Síndrome de Down que frequentam as escolas municipais, a Secretaria Municipal de Educação, através do Núcleo de Educação Especial, ofereceu na última semana aos professores da rede, formação com foco na Educação Inclusiva.

Ministrada pela Fonoaudióloga Carla Fernanda Sampaio, a capacitação aconteceu no Núcleo de Tecnologias Municipais e abordou ações acerca das interações sociais para o desenvolvimento da criança especial, como estímulo à aprendizagem em sala de aula. “Abordamos o período escolar como um momento importante nessa fase de formação da mente infantil, principalmente em relação ao desenvolvimento através da motivação afetiva e social que ocorre com maior flexibilidade e espontaneidade, graças à rede de relações interpessoais estabelecidas entre os mais diversos personagens que compõem a escola”, destaca.

De acordo com a fonoaudióloga, é através da peculiaridade da função exercida pelo professor que o sucesso da inclusão do aluno com necessidade especial ocorre de forma efetiva e verdadeira. “Essencial na construção de uma educação inclusiva, o professor enfatiza as interações sociais, a afetividade, os valores, a confiança, a autoestima e a comunicação entre crianças e adultos voltados para o aprendizado de cooperação mútua”, elenca.

“É uma grande satisfação para nós como secretaria e para o prefeito Roberto Hashioka como gestor, acompanhar a continuidade e a evolução do Numesp. Para tanto, contamos mais uma vez com a participação de todos nesta importante qualificação”, frisou a secretária Nair Lorencini Russo.

Professora da educação especial há 27 anos, Lourdes Firmino atribui à formação ofertada pelo Numesp como uma atividade significativa. “Essa troca de informações entre os diversos profissionais que atuam com esses alunos é necessária, pois possibilita a troca de experiências reais vividas diariamente na prática escolar”, aponta. Já para a professora Maria Madalena, que atua na zona rural, os momentos de formação continuada são ímpares para os profissionais. “São atividades que contribuem para que a inclusão aconteça de fato”.

O NUMESP - Com várias ações em andamento, o Numesp atua no atendimento a alunos portadores de deficiência e transtornos globais do desenvolvimento e autohabilidades/superlotação, auxiliando no seu desenvolvimento e inserção na comunidade e mercado de trabalho.

De acordo com a coordenadora do Numesp, Elizana Tolentino, o setor também promove a inclusão social por meio da promoção do conhecimento sobre a língua dos sinais. Mantido pelo Governo Municipal e voltado à comunidade surda e ouvinte de Nova Andradina, oferece curso gratuito de Libras.

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