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Segundo leilão do pré-sal aumenta prazo de comercialização do petróleo

Após realização de consulta pública, a estatal Pré-Sal Petróleo ampliou para 36 meses o prazo de comercialização do óleo da União produzido na área do pré-sal. O edital que oficializou a decisão foi publicado nesta quinta-feira (2) e definiu, ainda, que o segundo leilão será realizado em 31 de agosto.

No total, serão ofertados 14,4 milhões de barris de petróleo oriundos da Área de Desenvolvimento de Mero e dos campos de Lula e Sapinhoá, todos em Santos, no litoral de São Paulo. O leilão será realizado na Bolsa de Valores B3, localizada na capital paulista.

A empresa escolhida para comercializar o óleo produzido em cada um dos lotes será a que oferecer o maior ágio sobre o Preço de Referência do Petróleo definido pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), de acordo com os valores praticados no mercado externo. Cada uma das áreas será leiloada individualmente.

Lotes

Estima-se que, dos 14,4 milhões de barris que devem ser produzidos durante o período de três anos, 73,6% (10,6 milhões) serão provenientes da Área de Desenvolvimento de Mero. Outros 3,2 milhões de barris de petróleo serão oriundos do campo de Lula, enquanto o campo de Sapinhoá deve ser responsável pela produção de 600 mil barris. Se algum dos lotes não for comercializado, haverá uma segunda etapa do leilão, com opção de contratos de 12 meses. Se todos as áreas forem leiloadas na primeira etapa, entretanto, a expectativa de arrecadação é de R$ 3 bilhões.

O primeiro leilão do petróleo da União na área do pré-sal foi realizado em maio e também tinha como objetivo vender a produção futura da área de Mero e dos campos de Lula e de Sapinhoá. Naquela ocasião, contudo, não houve ofertas.

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