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Relatório mostra quais são os países mais felizes do mundo

A edição de 2016 do Relatório Anual de Felicidade foi divulgada. O documento, que avalia informações de 156 países em todo o mundo, classifica as nações de acordo com seus níveis de felicidade e bem estar, indicadores subjetivos de qualidade de desenvolvimento humano.

O material é produzido anualmente pela Rede de Desenvolvimento e Soluções Sustentáveis e conta com a participação instituições de ensino e pesquisa de diferentes países do mundo. Para Jefrrey Sachs, um dos autores do trabalho, o relatório é essencial para o desenvolvimento de estratégias políticas.

"Medir os níveis de auto-felicidade e bem estar deve estar na agenda de cada nação como forma de atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Ao invés de tomar uma abordagem estritamente voltada para o crescimento econômico, devemos promover sociedades prósperas e, ao mesmo tempo, ambiental e socialmente sustentáveis", explica Sachs, diretor do Instituto da Terra da Universidade de Columbia, no informativo oficial.

Este ano, pela primeira vez, o Relatório tem um papel especial para a medição e consequências da desigualdade. Em relatórios anteriores, os editores argumentaram que a felicidade fornece um melhor indicador do bem-estar humano do que os de renda, pobreza, educação, saúde e bom governo separadamente. Na avaliação atual, eles utilizam as medições também para avaliar as desigualdades. A conclusão: os pesquisadores acreditam que as pessoas são mais felizes vivendo em sociedades menos desiguais.

O ranking de 2016 conta com os mesmos dez primeiros colocados da última edição. Mas, a ordem dos países ficou diferente. A Dinamarca voltou a ocupar a primeira posição, seguida por Suíça, Islândia e Noruega. De acordo com os cientistas, esta repetição de países demonstra que as mudanças que proporcionam melhorias na qualidade de vida e bem-estar das pessoas acontecem muito lentamente.

Enquanto a Dinamarca alcançou pontuação 7.526 na avaliação, a outra ponta é ocupada por Burundi. O país africano teve apenas 2.905 pontos, com baixos níveis em distribuição de renda per capita e liberdade de escolhas.

Para a construção do relatório os cientistas se baseiam nas informações pessoais em seis variáveis: distribuição de renda per capita, expectativa de vida saudável, ter alguém com quem contar, percepção de liberdade para fazer suas próprias escolhas, liberdade de corrupção e generosidade. Veja abaixo o ranking com os vinte primeiros colocados:

Dinamarca – 7.526Suíça – 7.509Islândia – 7.501Noruega – 7.498Finlândia – 7.413Canadá – 7.404Holanda – 7.339Nova Zelândia – 7.334Austrália – 7.313Suécia – 7.291Israel – 7.267Áustria – 7.119Estados Unidos – 7.104Costa Rica – 7.087Porto Rico – 7.039Alemanha – 6.994Brasil – 6.952Bélgica – 6.929Irlanda – 6.907Luxemburgo – 6.871

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