Após ser transferido para Dourados, advogado suspeito de matar Fernanda Ribeiro retorna para Nova Andradina
Após ser transferido para Dourados, advogado suspeito de matar Fernanda Ribeiro retorna para Nova Andradina

Foto: Márcio Rogério/Nova News
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Após ser transferido para Dourados, advogado suspeito de matar Fernanda Ribeiro retorna para Nova Andradina

Foto: Márcio Rogério/Nova News
José Almir Portela, Redação/ Nova News
05/05/2021 às 20:17 • Atualizada em 05/05/2021 às 21:37
O advogado suspeito de matar Fernanda Ribeiro retornou na noite desta quarta-feira para a Delegacia de Polícia de Nova andradina.
Ele estava internado em um hospital da cidade de Dourados.
O suspeito passou mal após ser preso na última segunda-feira e foi levado da Cassems de Nova Andradina para uma unidade hospitalar em Dourados.
De acordo com a defesa do suspeito, ele seria hipertenso e teria sofrido uma forte crise, sendo necessário receber cuidados médicos.
Escoltado por uma viatura da PM, o preso retornou para a delegacia de Nova Andradina onde cumprirá prisão preventiva decretada pela Justiça no início da semana.
Ainda segundo apurou a reportagem há possibilidade que ele seja transferido para a capital, onde existe um presídio para nível superior.
O caso
Fernanda Ribeiro, que era moradora de Nova Andradina, foi encontrada morta, degolada, na manhã de quinta-feira (29), à margem da MS-276, em Batayporã.
Desde o momento em que o corpo foi encontrado por populares, a Polícia Civil de Batayporã iniciou uma série de diligências na tentativa de elucidar o crime, sendo, que, após reunir elementos suficientes, foi decidida pela temporária do suspeito.
O advogado estava em sua residência, no Jardim Imperial. Ele foi conduzido para a 1º Delegacia de Polícia Civil de Nova Andradina, que apoia as investigações.
Neste sábado (01), a Polícia Civil já havia feito buscas na casa do advogado, onde vários pertences dele, inclusive o telefone celular e o carro foram apreendidos.
As investigações prosseguem no sentido de elucidar o crime e dar uma resposta aos familiares da vítima e à sociedade. (*Colaborou Márcio Rogério)