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Com até 4 casos em um único dia, furtos viram ‘rotina’ em Nova Andradina

Onda de furtos não para e agosto já começou com um aumento no número de casos

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Média é de cerca de 2,5 casos registrado por dia na 1ª DP - Foto: Luciene Carvalho/Nova News

Voltar para casa e ter medo do que vai encontrar passou a ser um pensamento constante entre os nova-andradinenses nos últimos dias. A onda de furtos não para e agosto já começou com um aumento no número de casos.

Segundo as informações a que o Nova News teve acesso, entre o dia 1º até as primeiras horas da manhã desta sexta-feira (10) cerca de 20 casos foram registrados em Nova Andradina. No sábado (4), quatro furtos ocorreram no único dia.

Conforme levantamento, a média é de cerca de 2,5 casos por dia, número este o dobro na comparação com o mesmo período do ano passado. Em percentual, o aumento é de quase 50%.

Entre os crimes de maior proporção, uma loja de móveis e eletrodomésticos, localizada na Avenida Antônio Joaquim de Moura Andrade, região central de Nova Andradina, voltou a ser alvo de furto, no domingo (5), pela segunda vez em menos de um mês. O prejuízo passa de 23 mil.

Já nos furtos em residência, que também não param, uma vítima perdeu cerca de R$ 13 mil na ação dos criminosos ocorrida no Bairro Pedro Pedrossian na manhã dessa quinta-feira (9). Dois notebooks e mais R$ 7 mil em dinheiro foram levados do local.

Números podem ser maiores

Uma situação verificada em Nova Andradina é que o número de furtos pode ser ainda maior dos registrados na 1ª Delegacia de Polícia Civil. Vítimas, que preferiram não se identificar, relataram à reportagem que já tiveram bens levados de suas residências e não procuraram a polícia. “É muito difícil reaver algo que levam de você ainda mais quando é um furto que ninguém viu quem foi. Sei que a polícia trabalha, mas certos casos nem vale a pena ir atrás de algo que não teremos mais”, desabafa o morador. Segundo ele, um televisor já foi levado de sua residência no Bairro Cristo Rei.

Outro caso é de uma moradora do Bairro Centro Educacional ao afirmar que passou a viver com medo. “Estava dormindo com a minha bebê de poucos meses quando escutei um barulho. Só me lembro de ter gritado e ver o ladrão fugindo quando tentava arrombar a porta ao acreditar que não tinha em casa”, diz a dona de casa. 

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