Publicado em 04/09/2019 às 08:01, Atualizado em 04/09/2019 às 12:22

Operação 'Luz na Infância 5' é deflagrada em MS e em mais 14 estados

Operação também foi deflagrada em 6 países

Bárbara Ballestero, Redação Nova News
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Técnico de informática preso na manhã desta quarta-feira (04) Foto: Kerolyn Araújo/Campo Grande News

Sob a coordenação do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), foi deflagrada, nesta quarta-feira (04) a Operação Luz na Infância 5, com o objetivo de identificar autores de crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet.

Nessa fase da operação estão sendo cumpridos, no Brasil e em 6 países, 105 mandados de busca e apreensão de arquivos com conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual praticados contra crianças e adolescentes. No território nacional, a operação integrada envolve as Polícias Civis do Mato Grosso do Sul, Amazonas, Amapá, Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Piauí, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte juntamente com a Polícia Federal. 

De acordo com o Campo Grande News, um técnico de informática, de 35 anos  foi preso logo início da manhã na capital.

A fase anterior, foi deflagrada no mês de março e foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão nas cidades de Campo Grande, Três Lagoas e Dourados.

 Os resultados das anteriores foram os seguintes:

Luz na Infância 1 - 20 de outubro de 2017. Foram cumpridos 157 mandados de busca e apreensão de computadores e arquivos digitais. Foram presas 108 pessoas.

Luz na Infância 2 - 17 de maio de 2018. As Polícias Civis dos Estados cumpriram 579 mandados de busca, resultando na prisão de 251 pessoas.

Luz na Infância 3 - 22 de novembro de 2018. Operação deflagrada no Brasil e na Argentina com o cumprimento de 110 mandados de busca, resultando na prisão de 46 pessoas.

Luz na Infância 4 – 28 de março de 2019. Operação deflagrada em 26 estados e no Distrito Federal resultou no cumprimento de 266 mandados e 141 pessoas presas.

(*Com informações do Campo Grande News, e do Ministério da Justiça e Segurança Pública)