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Operação realizada pelo Gaeco com apoio da PRF já prendeu 21 pessoas em MS 

Presos foram encaminhados para o presídio de Naviraí, escoltados pelas viaturas e helicóptero da PRF

A operação “Prometeu” desencadeada na manhã desta quarta-feira (02) pelo GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), com o apoio da Policia Rodoviária Federal (PRF), realizou na cidade de Mundo Novo, fronteira com o Paraguai, o cumprimento de mandados de prisão e mandados de busca e apreensão. Os mandados foram cumpridos no perímetro urbano e em três chácaras, com o emprego de integrantes operacionais do GAECO, cerca de 160 policiais rodoviários federais vindos de 15 Estados brasileiros, 55 viaturas, além do helicóptero Bel 407 da PRF.

Até o momento foram presas 21 pessoas, apreendidas 10 armas de fogo, 80 munições de diversos calibres, R$ 60.500 em dinheiro, três veículos, um cavalo trator com ocorrência de roubo, uma motocicleta avaliada em R$ 80 mil e aproximadamente 500 quilos de agrotóxico. Após a realização das buscas e prisões, os indivíduos detidos foram encaminhados para uma base operacional montada em frente ao Ministério Público Estadual e Fórum de Mundo Novo, a qual contou com dois ônibus para a acomodação e transporte dos presos, além de um ônibus de comando e controle.

Imagens: Divulgação/PRF

Após a realização dos procedimentos administrativos, os presos foram encaminhados em comboio para o presídio de Naviraí, escoltados pelas viaturas e helicóptero PRF. O efetivo empregado na operação continuará atuando na região a fim de realizar o rescaldo e coibir a prática de ilícitos na região de fronteira. Os presos fazem parte de uma organização criminosa que atua há alguns anos na região de fronteira praticando diversas atividades ilícitas, tais como: remessa de produtos ilegais (armas, munições, medicamentos, eletrônicos, cigarros), roubo e receptação de veículos de carga, falsificação de documentos públicos e vários outros crimes correlatos.

Trabalhos de inteligência e investigações realizadas pelo GAECO com apoio da Polícia Rodoviária Federal duraram mais de seis meses e possibilitaram a montagem de toda a estrutura organizacional da quadrilha de criminosos que atua na região. Esta estrutura compreende desde pessoas responsáveis por monitorar a atuação dos órgãos de fiscalização à assaltantes de caminhões e carretas, que passam a ser utilizadas no transporte de mercadorias ilegais que são introduzidas no Brasil através da fronteira com o Paraguai.

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