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Na corrida pela arrecadação das eleições, candidatos doam dinheiro para si mesmos

A primeira parcial de prestação de contas nas eleições de 2014 divulgada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) revela que os próprios candidatos fizeram doações para suas campanhas eleitorais. Com números bem diferentes, os candidatos também receberam a ajuda de parentes e amigos.

O segundo candidato ao governo mais rico do Brasil nessas eleições, Reinaldo Azambuja (PSDB) doou para ele mesmo R$ 400 mil. Seu sobrinho, Roberto de Oliveira Silva Júnior, repassou R$ 250 mil para a campanha.

Já Delcídio do Amaral (PT) foi seu próprio doador individual de menor repasse de dinheiro, com R$ 15 mil. Fairte Nassar Tebet, mãe da candidata ao Senado Simone Tebet (PMDB) doou R$ 30 mil para a campanha da filha.

O candidato ao Senado Ricardo Ayache (PT) repassou R$ 30 mil da sua conta para a campanha e uma de suas funcionárias estipulou um valor de R$ 8,2 mil para o seu serviço, valor este que aparece como receita e despesa.

No caso, segundo módulo de prestação de contas da Justiça Eleitoral, quando uma pessoa não cobra pelo serviço prestado, o valor é declarado como doação estimada em dinheiro, na forma de serviço prestado, e deve ser registrada nas contas de campanha eleitoral como doação recebida e emitido o correspondente recibo eleitoral.

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