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Revista Época se contradiz sobre Crucifixo de Lula

Uma publicação desta semana da revista Época, causou confusão e mais uma vez foi espalhado boato sem a devida apuração. A reportagem ressucitou o suposto destino de um crucifico barroco que pertencia a presidência, mas que hoje não se encontra por lá. O que acontece é que a revista já tinha dado matéria sobre o assunto, em 2011, explicando a origem da obra e demonstrando que não se tratava de apropriação de patrimônio público, como agora a mesma publicação sugere.

O assunto veio novamente a tona após o juiz Sérgio Moro liderar mais uma operação da PF, também esta semana, em busca dos objetos ganhos por Lula enquanto ex-presidente da República. A própria revista Época publicou em 2011, uma longa matéria explicando a verdade do tal crucifixo, que era, incialmente, do bispo de Duque de Caxias, Dom Mauro Morelli, que ganhara a peça de um amigo médico.

No fim de 2002, o bispo viu-se obrigado a vender o Cristo. “Coloquei-o à venda para atender a necessidades pessoais e familiares com problemas financeiros decorrentes de enfermidades”, diz Dom Mauro. O comprador foi José Alberto de Camargo, diretor da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), empresa da família Moreira Salles, que pagou cerca de 60 mil reais pela peça barroca.

Em janeiro de 2003, com Lula recém-empossado, Camargo, por meio da Fundação Djalma Guimarães, decidiu presentear o então presidente Lula com a peça. “Não sabia o que fazer com a obra e aceitei a sugestão de Frei Betto de dá-la ao Lula”, explicou Camargo.

Uma publicação desta semana da revista Época, causou confusão e mais uma vez foi espalhado boato sem a devida apuração. A reportagem ressucitou o suposto destino de um crucifico barroco que pertencia a presidência, mas que hoje não se encontra por lá. O que acontece é que a revista já tinha dado matéria sobre o assunto, em 2011, explicando a origem da obra e demonstrando que não se tratava de apropriação de patrimônio público, como agora a mesma publicação sugere.

O assunto veio novamente a tona após o juiz Sérgio Moro liderar mais uma operação da PF, também esta semana, em busca dos objetos ganhos por Lula enquanto ex-presidente da República. A própria revista Época publicou em 2011, uma longa matéria explicando a verdade do tal crucifixo, que era, incialmente, do bispo de Duque de Caxias, Dom Mauro Morelli, que ganhara a peça de um amigo médico.

No fim de 2002, o bispo viu-se obrigado a vender o Cristo. “Coloquei-o à venda para atender a necessidades pessoais e familiares com problemas financeiros decorrentes de enfermidades”, diz Dom Mauro. O comprador foi José Alberto de Camargo, diretor da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), empresa da família Moreira Salles, que pagou cerca de 60 mil reais pela peça barroca.

Em janeiro de 2003, com Lula recém-empossado, Camargo, por meio da Fundação Djalma Guimarães, decidiu presentear o então presidente Lula com a peça. “Não sabia o que fazer com a obra e aceitei a sugestão de Frei Betto de dá-la ao Lula”, explicou Camargo.

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