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Com 22 anos de trajetória na dança, Elízia fala da importância da cultura e do esporte na construção de sonhos

Ela começou a dançar e se interessar por vôlei aos 8 anos de idade

Fotos: Arquivo Pessoal

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Dando continuidade na série especial de reportagens em alusão ao Mês da Mulher, o Nova News conversou com a professora de dança, formada em educação física, Elízia Fernanda Ferreira, de 30 anos, que falou sobre sua trajetória de paixão pela dança e pelo esporte.

De origem humilde, filha única, criada pela mãe e pela avó, Elízia conta que já sabia o que queria desde cedo. Aos 8 anos, começou a dançar na escola e aos 10, começou a fazer aulas de dança. Ela também começou a jogar vôlei na mesma época.

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Ela dá aulas de Jazz, Street Dance, dança do ventre, Ritmus e Step Dance

Apesar do talento e dedicação, ela enfrentou diversos desafios para seguir seus sonhos. “Quando comecei a dançar e me apresentar, precisava priorizar o que era necessário e que pesasse menos no orçamento, se era figurino ou sapatilha,” afirmou.

Ela cita como referência, seus professores da época, Marcílio Soares e Ana Paula Azevedo, com quem trabalha atualmente na Fundação de Cultura de Nova Andradina, atuando no despertar de talentos no município.

Elízia dá aulas de Jazz, Street Dance, dança do ventre, Ritmus e Step Dance na FUNAC (Fundação de Cultura de Nova Andradina). Ela também faz aulas de teatro e violão e ainda arruma tempo para praticar o esporte que tanto ama. “O vôlei sempre foi muito presente em minha vida, tanto quanto a dança, mas chegou uma hora em que eu tive que focar só em um. Apesar da renúncia, não me arrependo, continuo jogando por hobby,” afirmou.

 Ela falou ainda da importância da cultura e do esporte como objetos de transformação. 

“A cultura e o esporte ensinam valores extremamente indispensáveis para a formação das crianças e adolescentes, além de unir diferenças e colaborar com o processo de inclusão social. São nítidas as mudanças pela quais as crianças, jovens e até mesmo os adultos passam, quando decidem dançar, fazer teatro ou praticar qualquer esporte. Meu trabalho é também ajudar na construção dos sonhos de outras crianças por meio da dança, assim como ocorreu comigo e no que eu puder incentivá-las, com certeza farei”, finalizou.

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