Estamos interligados por intenções e desejos que transcendem nossa própria individualidade. Cada um de nós é um universo particular, coexistindo com a realidade que nos cerca.
Nessa sintonia, a verdadeira convivência se manifesta quando aprendemos a respeitar o espaço que cada mundo individual cria, construindo assim uma visão mais harmoniosa do ambiente ao nosso redor.
A essência dessa felicidade reside nas coisas mais simples e só pode ser vista quando removemos o véu que cobre nosso olhar. Somente assim, é possível sentir uma aura de boas novas inundando nossa alma, e com isso, a verdadeira humanidade floresce no encontro entre o respeito de um e o respeito do outro.
Consequentemente, conquistar a paz interior sem permitir que o universo do outro nos abale se torna o caminho para uma melhor compreensão do respeito. Essa consciência, por sua vez, prepara a voz que projetamos ao mundo.
Com a magia da empatia, somos capazes de viver em nosso próprio mundo e, ao mesmo tempo, enxergar o mundo do outro. Afinal, a coexistência de tantos mundos é o que chamamos de universo de almas.
No entanto, temos nossa imensa valentia, mas às vezes, ao nos aproximarmos do outro, deixamos de ter sensibilidade. Essa ausência de sensibilidade nos impede de observar que cada ser humano também tem sua vivência em diferentes "primaveras".
A coerência em respeitar o universo do outro, construído no tempo, celebra uma conexão que proporciona um melhor diálogo.
Além disso, a cada manhã, a luz irradia em nossa face, mas nem sempre nos permitimos receber essa magia que renova as oportunidades.
Respeitar essa dádiva diária nos leva a olhar cada ser vivo com a necessidade de estar presente em concílio. E, em um grande enlace em nossa vida, precisamos mergulhar no universo de luz para perceber que o copo de escuridão não se sobrepõe à beleza do Grande Arquiteto do Universo.
Em última análise, somos todos seres do mesmo espaço, mas com universos paralelos se chocando em uma cadeia de emoções. Por isso, a dádiva reside em saber respeitar, entender e recuar no momento certo. Assim, a sua luz interior contagiará o próximo, e a sua ação de verdade será replicada como um ciclo de paz.
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