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A Copa do Qatar e a Seleção Brasileira, por Elizeu Gonçalves Muchon

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Imagem: Arquivo Pessoal

Querendo ou não, a seleção brasileira de futebol reverbera mundo a fora uma imagem de vencedora. Sua camisa tem peso e assusta a maior parte dos adversários.

Seu retrospecto é de fato impressionante. Nunca ficou fora de uma copa e faturou cinco títulos.

Já deu vexame, é óbvio, levou muita porrada, mesmo porque ninguém bate em cachorro morto, porém, muitos países têm que suar muito a camisa para realizar seus feitos.

Sua performance atual é de uma classificação com “os pés nas costas”. Bateu record, “sapecou” os adversários e acabou criando uma grande expectativa para a Copa. Isso é perigoso.

Muitos dizem: “dá show nas eliminatórias e leva de 7x1 na Copa”. Não é assim que vejo a seleção, embora o maldito 7x1 foi humilhação imperdoável, nossa estatística inclui muitas alegrias, sendo as principais delas os títulos conquistados.

Mesmo que, parte da imprensa mundial tenha nossa seleção como favorita, favoritismo não ganha jogo. Considerando que temos sim, um bom time, se chegar no Qatar com a sandália da humildade e com o grupo unido, podemos beliscar alguma coisa, mas somos vistos como “um time a ser batido”, cuja razão leva os adversários a não dar moleza para Brasil.

Portanto, esqueça a ideia de que haverá um adversário fácil no mundial do Qatar. Esqueça. O que há de fato, são pelo menos meia dúzia de favoritos e outra meia dúzia de zebras, por fim, é briga de cachorro grande.

Elizeu Gonçalves Muchon - [email protected]

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